Resumo


Na fase ontogênica do ser, no primeiro ano de vida, onde o meio interage sobre a criança e esta reage sobre ele, o conhecimento é construído e a estimulação psicomotora contribui para que o sujeito se estruture epistêmica e psicologicamente, de maneira saudável.


Prevenir em atenção primária é enfocar um problema antes que ele se instale, então foi proposto orientar a mãe adolescente para ser uma agente provedora e promotora dessa estimulação em seu bebê.


Partiu-se de um universo de 42, destacaram-se 27 mães adolescentes, entre 14 e 19 anos, com seus filhos, 01-14 meses, ambos os sexos, todos registrados em um Centro de Saúde-Escola. A mãe utilizou os exercícios psicomotores três vezes por semana, no mínimo. Houve o controle mensal do desenvolvimento, segundo Gesell, associado aos estádios piagetianos e às orientações psicanalíticas kleinianas, registrado por videogravação e imagens fotográficas.


Os resultados positivos foram que as mães se tornaram mais seguras pelo bom desenvolvimento dos bebês segundo os aspectos motores, adaptativos e sociais.


Conclui-se que os exercícios psicomotores contribuem como base sólida para a aprendizagem. Sugere-se esse procedimento como recurso em atenção primária de saúde mental (em adolescentes em pós-maternidade) e no desenvolvimento da inteligência infantil, neste período da infância.


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